© Copyright Cláudia Félix Rodrigues

11/01/13

Inspiração do dia #11

Eu escolho abraçar pensamentos de confiança na minha capacidade de fazer mudanças positivas na minha vida.

Eu ouço com atenção e abro o meu coração ao interagir com os outros.
Eu convivo com pessoas pessoas positivas e motivantes.



10/01/13

A Luz da nossa Sombra


"Há uma história Cherokee antiga sobre o chefe de uma grande aldeia. Um dia o chefe decide que chegou a altura de ensinar ao seu neto favorito os factos da vida. Leva-o para a floresta, fé-lo sentar sob uma velha árvore e explica:

‹‹Filho, há uma luta em curso dentro da mente e do coração de todo o ser humano que hoje está vivo. Apesar de eu ser um velho chefe sábio, o líder do nosso povo, essa mesma luta acontece dentro de mim. Se não souberes que a batalha está em curso, ela enlouquecer-te-á. Nunca saberás em que direcção ir. Na vida, umas vezes ganharás e depois, sem perceberes porquê, de repente sentir-te-ás perdido, confuso e receoso e podes perder tudo o que tanto te esforçaste por adquirir. Pensarás muitas vezes que estás a fazer o que esta certo para depois descobrires que estavas a fazer as escolhas erradas. Se não compreenderes as forças do bem e do mal, a vida individual e a vida colectiva, o verdadeiro self e o falso self, viverás sempre uma vida de grande agitação.

«É como se houvesse dois grandes lobos dentro de mim; um é branco e outro e negro. O branco é bom, generoso e não faz mal. Vive em harmonia com tudo o que o rodeia e não se ofende quando não há intenção de ofender. O lobo bom, estabilizado e forte na compreensão de quem é e do que é capaz, só luta quando é acertado faze-lo e quando tem de o fazer para se proteger a si ou à sua família e, mesmo assim, fá-lo da maneira correcta. Cuida de todos os outros lobos da sua alcateia e nunca se desvia da sua natureza.
«Mas também há um lobo negro que vive dentro de mim, e este lobo e muito diferente.  ruidoso, colérico, descontente, invejoso e tem medo. A mínima coisa provoca-lhe um acesso de raiva. Luta com toda a gente, o tempo todo, por razão nenhuma. Não consegue pensar claramente porque a sua ganância por mais e a sua raiva e ódio são imensos. Mas é uma raiva impotente, filho, pois a sua raiva não muda nada, Arranja sarilhos onde quer que vá, por isso encontra-os facilmente. Não confia em ninguém, portanto, não tem amigos verdadeiros»

O velho chefe senta-se em silêncio durante alguns minutos, deixando a história dos dois lobos penetrar na mente do seu jovem neto. Depois, inclina-se lentamente, olha o neto nos olhos e confessa: «Por vezes, É difícil viver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos lutam arduamente por dominar o meu espírito»
Atraído pelo relato daquela grande batalha interior do seu antepassado, o rapaz puxa pela tanga do avô e pergunta ansiosamente: «Qual dos lobos ganha, avô?›› E com um sorriso conhecedor e uma voz forte e firme, o chefe diz; «Ganham ambos, filho. Se eu optar por alimentar apenas o lobo branco, o lobo negro estara em todas as esquinas a espera de ver se estou em desequilíbrio ou demasiado ocupado para prestar atenção a uma das minhas responsabilidades e atacará o lobo branco, causando muitos problemas a mim e à nossa tribo. Estará sempre zangado e a lutar por obter a atenção porque anseia. Mas, se eu der alguma atenção ao lobo negro porque compreendo a sua natureza, se o reconhecer como força poderosa que é e lhe fizer sentir que o respeito pela sua personalidade e o utilizar para me ajudar, se nós, enquanto tribo, alguma vez nos encontrarmos numa situação difícil, ele ficará feliz, o lobo branco ficará feliz e ganham ambos. Todos nós ganhamos»


Esta história simples e pungente explica a difícil situação da experiência humana. Cada um de nós está empenhado numa luta contínua em que as forças da luz e da sombra se digladiam pela nossa atenção e obediência. Tanto a luz como a sombra residem dentro de nós ao mesmo tempo. A verdade seja dita, há uma alcateia inteira à solta dentro de nós - o lobo carinhoso,o lobo de bom coração, o lobo inteligente, o lobo sensível, o lobo forte, o lobo altruísta, o lobo sincero e o lobo criativo. Juntamente com estes aspectos positivos existe o lobo insatisfeito, o lobo ingrato, o lobo com direitos, o lobo maldoso, o lobo egoísta, o lobo vergonhoso, o lobo mentiroso e o lobo destrutivo. Todos os dias temos oportunidade de reconhecer todos estes lobos, todas estas partes de nós, e podemos escolher como nos relacionaremos com cada uma delas. Faremos o nosso juízo e fingiremos que algumas não existem ou assumiremos a propriedade da alcateia toda?


Por que será que sentimos a necessidade de negar a alcateia que vive dentro de nós? A resposta é fácil. Ou pensamos que eles não existem ou que não deviam existir. Tememos que, se admitirmos todos os selves diferentes que ocupam espaço na nossa psique, sejamos rotulados como esquisitos, diferentes, defeituosos ou psicologicamente fragmentados. Pensamos que devíamos ser boas pessoas ”normais” que são habitadas por uma só pessoa. Mas há muitos selves e a recusa de os aceitarmos é um erro grave - que nos levará a cometer actos estúpidos e imprudentes de auto-sabotagem.

Eis o grande segredo: o nosso self contém muitos selves porque dentro de cada um de nos existem todas as qualidades possíveis. Não há nada que possamos ver, nem nada que possamos julgar, que não sejamos. Somos todos a luz e a sombra, o santo e o pecador, o atraente e o desagradável. Somos todos bondosos e calorosos bem como frios e mesquinhos. Dentro de si e dentro de mim residem todas as qualidades conhecidas da humanidade. Embora possamos não ter consciência de todas as qualidades que possuimos, estão dormentes dentro de nós e podem revelar-se a qualquer momento, em qualquer lugar. Compreendê-lo permite-nos perceber a razão pela qual todos nós, «boas pessoas››, somos capazes de fazer coisas tão más e, mais importante, a razão por que por vezes somos os nossos piores inimigos."

in "Quando as pessoas boas fazem coisas más" de Debbie Ford.

Inspiração do dia #10

Estou muito grata pela minha saúde e vitalidade.

Todo o sistema do meu corpo funciona exactamente como deve.
Eu escolho facilmente nutrir o meu corpo com alimentos saudáveis.

09/01/13

Inspiração do dia #9


Eu descubro e nutro os meus talentos especiais e permito-me criar uma vida magnífica com eles.

Estou grat@ pelas minhas habilidades e talentos.
Eu crio o meu sucesso com minhas capacidades, talentos e atitude positiva.

Eu permito-me ter uma vida maravilhosa com um trabalho que é importante para mim.



08/01/13

Descobrir as marcas na Alma


(...) a necessidade de uma evolução que se baseia no passado e se estende para o futuro está presente em toda a natureza, da qual somos uma parte mais.

Se observarmos o nosso corpo vemos que somos o resultado de milhares de gerações de seres humanos. Os nossos antepassados deixaram-nos uma carga genética que marca a nossa aparência, o grau de predisposição para várias doenças e, provavelmente, alguns de nossos hábitos ou comportamentos.
De um ponto de vista puramente físico, somos o resultado de milhões de anos de adaptação, de evolução.

Imagem de Rassouli
Assim como tem havido uma evolução física natural que deixou a sua marca no nosso corpo, há também uma evolução da alma, que se manifesta na nossa vida presente. Através de regressão, conectamo-nos com essa parte interior que tem acumulado experiências ao longo do tempo.

Na regressão entendemos que algumas doenças, distúrbios de comportamento, manias, qualidades, relacionamentos ou gostos presentes _ vêm de há muito tempo, e estão gravados no nosso ser de forma indelével.

Do ponto de vista da cura, Regressão a Vidas Passadas é uma forma holística de cura. É uma terapia que engloba corpo, mente, emoções e espírito. Este método  curativo é muito poderoso, já que nos pode ajudar a superar vários problemas de saúde física e emocional.

Como terapeuta, como regressionista, sinto que este é um processo profundamente espiritual.

Realmente, o que emerge numa sessão de regressão a vidas passadas é uma porção da alma que se esforça por ser reconhecida e aceite, que procura ser curada das feridas de dores muito antigas. Voltar ao passado ajuda-nos a compreender não só o presente, mas a aprender a vivê-lo mais intensamente, de um modo mais criativo e autêntico

De todas as pessoas que comigo fizeram regressão às suas vidas anteriores nenhuma ficou presa no tempo e todas sentiram que, de facto, há vida antes da vida. Essas pessoas descobriram por si mesmas que a sua alma veio a este tempo e a este lugar para aprender lições importantes num longo caminho de evolução interior.

Deniz, Octavio, Regresiones. Descubre tus vidas anteriores, Kindle Edition. - traduzido por Cláudia Félix Rodrigues


Saiba mais sobre as nossas consultas e cursos de Regressão, clicando aqui.


Inspiração do dia #8


Eu escolho abraçar pensamentos de abundância que me nutrem e apoiam.
Eu abraço novas crenças positivas sobre prosperidade.
Rendimento inesperado está sempre a fluir na minha direcção.
Eu acredito que o dinheiro é meu amigo e que eu mereço recebé-lo em abundância.
Eu recebo alegremente uma abundância de alegria, amor e dinheiro na minha vida.




07/01/13

Inspiração do dia #7



Reconheço o meu corpo como um bom amigo.
Dou atenção a todas as mensagens do meu corpo. O meu corpo reflecte o meu estado de ânimo. 
Sou uma pessoa saudável e íntegra. Todo o meu corpo respira saúde.



06/01/13

Encontrar a Mulher Selvagem



Chamo-a de Mulher Selvagem porque essas exalas palavras, mulher e selvagem, criam llamar o tocar a la puerta, a batida dos contos de fadas à porta da psique profunda da mulher. Llamar o tocar a la puerta significa literalmente tocar o instrumento do nome para abrir uma porta. Significa usar palavras para obter a abertura de uma passagem. Não importa a cultura pela qual a mulher seja influenciada, ela compreende as palavras mulher e selvagem intuitivamente.

Quando as mulheres ouvem essas palavras, uma lembrança muito antiga é acionada, voltando a ter vida. Trata-se da lembrança do nosso parentesco absoluto, inegável e irrevogável com o feminino selvagem, um relacionamento que pode ter se tornado espectral pela negligência, que pode ter sido soterrado pelo excesso de domesticação, proscrito pela cultura que nos cerca ou simplesmente não ser mais compreendido. Podemos ter-nos esquecido do seu nome, podemos não atender quando ela chama o nosso; mas na nossa medula nós a conhecemos e sentimos sua falta. Sabemos que ela nos pertence; bem como nós a ela. Foi dentro desse relacionamento essencial, fundamental e básico que nascemos e na nossa essência é dele que derivamos.

O arquétipo da Mulher Selvagem envolve o ser alfa matrilinear. Há ocasiões em que vivenciamos sua presença, mesmo que transitoriamente, e ficamos loucas de vontade de continuar. Para algumas mulheres, essa revitalizante “prova da natureza” ocorre durante a gravidez, durante a amamentação, durante o milagre das mudanças que surgem à medida que se educa um filho, durante os cuidados que dispensamos a um relacionamento amoroso, os mesmos que dispensaríamos a um jardim muito querido.

Por meio da visão também temos uma percepção dela; através de cenas de rara beleza. Costumo sentir sua presença quando vejo o que no interior chamamos de pôr-do-sol divino. Senti que ela se mexeu dentro de mim quando vi os pescadores saindo do lago ao escurecer com as lanternas acesas e também quando vi os dedinhos dos pés do meu filho recém-nascido, todos enfileirados como grãos de milho doce na espiga. Nós a vemos sempre que a vemos, o que ocorre por toda a parte.

Ela também chega a nós através dos sons; da música que faz vibrar o esterno e que anima o coração. Ela chega com o tambor, o assobio, o chamado e o grito. Ela vem com a palavra escrita e falada. Às vezes uma palavra, uma frase, um poema ou uma história soa tão bem, soa tão perfeito que faz com que nos lembremos, pelo menos por um instante, da substância da qual somos feitas e do lugar que é o nosso verdadeiro lar.

Essas efêmeras "provas da natureza" vêm durante a mística da inspiração — ah, ela está aqui; ai, ela já se foi. O anseio por ela surge quando nos encontramos por acaso com alguém que manteve esse relacionamento selvagem. Ele brota quando percebemos que dedicamos pouquíssimo tempo à fogueira mística ou ao desejo de sonhar, um tempo ínfimo à nossa própria vida criativa, ao trabalho da nossa vida ou aos nossos verdadeiros amores.

Contudo, são esses vislumbres fugazes, originados tanto da beleza quanto da perda, que nos deixam tão desoladas, tão agitadas, tão ansiosas que acabamos por seguir nossa natureza selvagem. É então que saltamos floresta adentro, em meio ao deserto ou à neve, e corremos muito, com nossos olhos varrendo o solo, nossos ouvidos em fina sintonia, procurando em cima e embaixo, em busca de uma pista, um resquício, um sinal de que ela ainda está viva, de que não perdemos nossa oportunidade. E, quando farejamos seu rastro, é natural que corramos muito para alcançá-la, que nos livremos da mesa de trabalho, dos relacionamentos, que esvaziemos nossa mente, viremos uma nova página, insistamos numa ruptura, desobedeçamos as regras, paremos o mundo, porque não vamos mais prosseguir sem ela.

Uma vez que as mulheres a tenham perdido e a tenham recuperado, elas lutarão com garra para mantê-la, pois com ela suas vidas criativas florescem; seus relacionamentos adquirem significado, profundidade e saúde; seus ciclos de sexualidade, criatividade, trabalho e diversão são restabelecidos; elas deixam de ser alvos para as atividades predatórias dos outros; segundo as leis da natureza, elas têm igual direito a crescer e vicejar. Agora, seu cansaço do final do dia tem como origem o trabalho e esforços satisfatórios, não o fato de viverem enclausuradas num relacionamento, num emprego ou num estado de espírito pequenos demais. Elas sabem instintivamente quando as coisas devem morrer e quando devem viver; elas sabem como ir embora e como ficar.

Quando as mulheres reafirmam seu relacionamento com a natureza selvagem, elas recebem o dom de dispor de uma observadora interna permanente, uma sábia, uma visionária, um oráculo, uma inspiradora, uma intuitiva, uma criadora, uma inventora e uma ouvinte que guia, sugere e estimula uma vida vibrante nos mundos interior e exterior. Quando as mulheres estão com a Mulher Selvagem, a realidade desse relacionamento transparece nelas. Não importa o que aconteça, essa instrutora, mãe e mentora selvagem dá sustentação às suas vidas interior e exterior.

Portanto, o termo selvagem neste contexto não é usado em seu atual sentido pejorativo de algo fora de controle, mas em seu sentido original, de viver uma vida natural, uma vida em que a criatura tenha uma integridade inata e limites saudáveis. 

Essas palavras, mulher e selvagem, fazem com que as mulheres se lembrem de quem são e do que representam. Elas criam uma imagem para descrever a força que sustenta todas  as fêmeas. Elas encarnam uma força sem a qual as mulheres não podem viver.

Estes ,Clarissa Pinkola, Mulheres Que Correm Com os Lobos


Inspiração do dia #6

A Vida criou-me para que me realize. 
Hoje liberto todas as expectativas. 
Sei que a vida cuidará de mim.




05/01/13

Inspiração do dia #5

Este dia traz-me experiências fabulosas. Assumo a responsabilidade das minhas experiências, actuando com sabedoria, amor e naturalidade.