© Copyright Cláudia Félix Rodrigues

09/01/13

Inspiração do dia #9


Eu descubro e nutro os meus talentos especiais e permito-me criar uma vida magnífica com eles.

Estou grat@ pelas minhas habilidades e talentos.
Eu crio o meu sucesso com minhas capacidades, talentos e atitude positiva.

Eu permito-me ter uma vida maravilhosa com um trabalho que é importante para mim.



08/01/13

Descobrir as marcas na Alma


(...) a necessidade de uma evolução que se baseia no passado e se estende para o futuro está presente em toda a natureza, da qual somos uma parte mais.

Se observarmos o nosso corpo vemos que somos o resultado de milhares de gerações de seres humanos. Os nossos antepassados deixaram-nos uma carga genética que marca a nossa aparência, o grau de predisposição para várias doenças e, provavelmente, alguns de nossos hábitos ou comportamentos.
De um ponto de vista puramente físico, somos o resultado de milhões de anos de adaptação, de evolução.

Imagem de Rassouli
Assim como tem havido uma evolução física natural que deixou a sua marca no nosso corpo, há também uma evolução da alma, que se manifesta na nossa vida presente. Através de regressão, conectamo-nos com essa parte interior que tem acumulado experiências ao longo do tempo.

Na regressão entendemos que algumas doenças, distúrbios de comportamento, manias, qualidades, relacionamentos ou gostos presentes _ vêm de há muito tempo, e estão gravados no nosso ser de forma indelével.

Do ponto de vista da cura, Regressão a Vidas Passadas é uma forma holística de cura. É uma terapia que engloba corpo, mente, emoções e espírito. Este método  curativo é muito poderoso, já que nos pode ajudar a superar vários problemas de saúde física e emocional.

Como terapeuta, como regressionista, sinto que este é um processo profundamente espiritual.

Realmente, o que emerge numa sessão de regressão a vidas passadas é uma porção da alma que se esforça por ser reconhecida e aceite, que procura ser curada das feridas de dores muito antigas. Voltar ao passado ajuda-nos a compreender não só o presente, mas a aprender a vivê-lo mais intensamente, de um modo mais criativo e autêntico

De todas as pessoas que comigo fizeram regressão às suas vidas anteriores nenhuma ficou presa no tempo e todas sentiram que, de facto, há vida antes da vida. Essas pessoas descobriram por si mesmas que a sua alma veio a este tempo e a este lugar para aprender lições importantes num longo caminho de evolução interior.

Deniz, Octavio, Regresiones. Descubre tus vidas anteriores, Kindle Edition. - traduzido por Cláudia Félix Rodrigues


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Inspiração do dia #8


Eu escolho abraçar pensamentos de abundância que me nutrem e apoiam.
Eu abraço novas crenças positivas sobre prosperidade.
Rendimento inesperado está sempre a fluir na minha direcção.
Eu acredito que o dinheiro é meu amigo e que eu mereço recebé-lo em abundância.
Eu recebo alegremente uma abundância de alegria, amor e dinheiro na minha vida.




07/01/13

Inspiração do dia #7



Reconheço o meu corpo como um bom amigo.
Dou atenção a todas as mensagens do meu corpo. O meu corpo reflecte o meu estado de ânimo. 
Sou uma pessoa saudável e íntegra. Todo o meu corpo respira saúde.



06/01/13

Encontrar a Mulher Selvagem



Chamo-a de Mulher Selvagem porque essas exalas palavras, mulher e selvagem, criam llamar o tocar a la puerta, a batida dos contos de fadas à porta da psique profunda da mulher. Llamar o tocar a la puerta significa literalmente tocar o instrumento do nome para abrir uma porta. Significa usar palavras para obter a abertura de uma passagem. Não importa a cultura pela qual a mulher seja influenciada, ela compreende as palavras mulher e selvagem intuitivamente.

Quando as mulheres ouvem essas palavras, uma lembrança muito antiga é acionada, voltando a ter vida. Trata-se da lembrança do nosso parentesco absoluto, inegável e irrevogável com o feminino selvagem, um relacionamento que pode ter se tornado espectral pela negligência, que pode ter sido soterrado pelo excesso de domesticação, proscrito pela cultura que nos cerca ou simplesmente não ser mais compreendido. Podemos ter-nos esquecido do seu nome, podemos não atender quando ela chama o nosso; mas na nossa medula nós a conhecemos e sentimos sua falta. Sabemos que ela nos pertence; bem como nós a ela. Foi dentro desse relacionamento essencial, fundamental e básico que nascemos e na nossa essência é dele que derivamos.

O arquétipo da Mulher Selvagem envolve o ser alfa matrilinear. Há ocasiões em que vivenciamos sua presença, mesmo que transitoriamente, e ficamos loucas de vontade de continuar. Para algumas mulheres, essa revitalizante “prova da natureza” ocorre durante a gravidez, durante a amamentação, durante o milagre das mudanças que surgem à medida que se educa um filho, durante os cuidados que dispensamos a um relacionamento amoroso, os mesmos que dispensaríamos a um jardim muito querido.

Por meio da visão também temos uma percepção dela; através de cenas de rara beleza. Costumo sentir sua presença quando vejo o que no interior chamamos de pôr-do-sol divino. Senti que ela se mexeu dentro de mim quando vi os pescadores saindo do lago ao escurecer com as lanternas acesas e também quando vi os dedinhos dos pés do meu filho recém-nascido, todos enfileirados como grãos de milho doce na espiga. Nós a vemos sempre que a vemos, o que ocorre por toda a parte.

Ela também chega a nós através dos sons; da música que faz vibrar o esterno e que anima o coração. Ela chega com o tambor, o assobio, o chamado e o grito. Ela vem com a palavra escrita e falada. Às vezes uma palavra, uma frase, um poema ou uma história soa tão bem, soa tão perfeito que faz com que nos lembremos, pelo menos por um instante, da substância da qual somos feitas e do lugar que é o nosso verdadeiro lar.

Essas efêmeras "provas da natureza" vêm durante a mística da inspiração — ah, ela está aqui; ai, ela já se foi. O anseio por ela surge quando nos encontramos por acaso com alguém que manteve esse relacionamento selvagem. Ele brota quando percebemos que dedicamos pouquíssimo tempo à fogueira mística ou ao desejo de sonhar, um tempo ínfimo à nossa própria vida criativa, ao trabalho da nossa vida ou aos nossos verdadeiros amores.

Contudo, são esses vislumbres fugazes, originados tanto da beleza quanto da perda, que nos deixam tão desoladas, tão agitadas, tão ansiosas que acabamos por seguir nossa natureza selvagem. É então que saltamos floresta adentro, em meio ao deserto ou à neve, e corremos muito, com nossos olhos varrendo o solo, nossos ouvidos em fina sintonia, procurando em cima e embaixo, em busca de uma pista, um resquício, um sinal de que ela ainda está viva, de que não perdemos nossa oportunidade. E, quando farejamos seu rastro, é natural que corramos muito para alcançá-la, que nos livremos da mesa de trabalho, dos relacionamentos, que esvaziemos nossa mente, viremos uma nova página, insistamos numa ruptura, desobedeçamos as regras, paremos o mundo, porque não vamos mais prosseguir sem ela.

Uma vez que as mulheres a tenham perdido e a tenham recuperado, elas lutarão com garra para mantê-la, pois com ela suas vidas criativas florescem; seus relacionamentos adquirem significado, profundidade e saúde; seus ciclos de sexualidade, criatividade, trabalho e diversão são restabelecidos; elas deixam de ser alvos para as atividades predatórias dos outros; segundo as leis da natureza, elas têm igual direito a crescer e vicejar. Agora, seu cansaço do final do dia tem como origem o trabalho e esforços satisfatórios, não o fato de viverem enclausuradas num relacionamento, num emprego ou num estado de espírito pequenos demais. Elas sabem instintivamente quando as coisas devem morrer e quando devem viver; elas sabem como ir embora e como ficar.

Quando as mulheres reafirmam seu relacionamento com a natureza selvagem, elas recebem o dom de dispor de uma observadora interna permanente, uma sábia, uma visionária, um oráculo, uma inspiradora, uma intuitiva, uma criadora, uma inventora e uma ouvinte que guia, sugere e estimula uma vida vibrante nos mundos interior e exterior. Quando as mulheres estão com a Mulher Selvagem, a realidade desse relacionamento transparece nelas. Não importa o que aconteça, essa instrutora, mãe e mentora selvagem dá sustentação às suas vidas interior e exterior.

Portanto, o termo selvagem neste contexto não é usado em seu atual sentido pejorativo de algo fora de controle, mas em seu sentido original, de viver uma vida natural, uma vida em que a criatura tenha uma integridade inata e limites saudáveis. 

Essas palavras, mulher e selvagem, fazem com que as mulheres se lembrem de quem são e do que representam. Elas criam uma imagem para descrever a força que sustenta todas  as fêmeas. Elas encarnam uma força sem a qual as mulheres não podem viver.

Estes ,Clarissa Pinkola, Mulheres Que Correm Com os Lobos


Inspiração do dia #6

A Vida criou-me para que me realize. 
Hoje liberto todas as expectativas. 
Sei que a vida cuidará de mim.




05/01/13

Inspiração do dia #5

Este dia traz-me experiências fabulosas. Assumo a responsabilidade das minhas experiências, actuando com sabedoria, amor e naturalidade.



04/01/13

Confiar na intuição


(...) idéias, sugestões e estratégias úteis eram exatamente o que eu precisava para me apoiar enquanto navegava na vida quotidiana. Se eu não pudesse aplicar os conhecimentos espirituais à minha experiência diária, quão bons eram eles para mim? Então, essa tornou-se  a minha linha de fundo: a orientação que recebia dos Registos [Akáshicos] tinha que funcionar. Tinha que ser confiável. A orientação tinha de ser razoável. Eu tinha que ser capaz de confiar nesta orientação em qualquer circunstância. Cada elemento, cada intuição e ferramenta que eu recebia  tinha de contribuir com algo substancial para minha viagem de cura.

(...) Estas novas percepções levaram a acções sensatas e realizáveis que produziram resultados consistentemente positivos.

(...) Aos poucos, porém, eu desenvolvi uma relação com a Presença Divina dentro de mim -a que é imensuravelmente gratificante - e a vida deixa de ser uma luta . Acabei por confiar nessa parte de mim através da experiência repetitiva: através de uma prática regular de ir dentro de mim, procurar orientação, aplicando o conselho que recebo, agindo e observando os resultados.
Através de tentativa e erro, aprendi a reconhecer e a confiar na presença do Divino, ou Deus. E aprendi que essa confiança é o coração do poder de cura dos Registros Akáshicos.

(...) O mais importante é que a Presença Divina é real. Há um poder maior do que eu, e está tanto dentro de mim e além de mim. Ter um relacionamento consciente com esse poder faz toda a diferença na qualidade da minha vida diária e nos meus relacionamentos com a  minha família, os meus amigos e a mim mesma.

Howe, Linda, Healing Through the Akashic Records, Sounds True, Kindle Edition. - traduzido por Cláudia Félix Rodrigues

Inspiração do dia #4


Reconheço que tomar consciência é o primeiro passo para curar e mudar.
Assumo a total responsabilidade de cada um dos aspectos da minha vida.



03/01/13

O porquê de voltar ao passado

Muitas vezes encontro pessoas que me perguntam se realmente vale a pena voltar ao passado, tanto da vida presente , como à de vidas anteriores. Essas pessoas não negam o facto de que existem vidas passadas, e até aceitam que essas existências se podem recordar. Mas argumentam que, apesar de tudo, estamos a viver o presente e viajar ao passado só serve para nos distrair da nossa realidade atual. A minha primeira resposta a estas opiniões é: "muito bem, continua a viver a tua vida, é uma vida boa e merece ser experimentada, no entanto, se tens um problema e não encontras uma solução, talvez seja conveniente procurar as causas, e isso obrigarte-á a olhar o passado."

(...) Como todos sabemos, muitas das atuais circunstâncias estão enraizadas na nossa biografia. Muitos dos nossos hábitos, interesses ou relacionamentos surgiram num passado que podemos recordar. Este passado representa a raiz do que somos hoje.

(...) A alma humana mantém uma memória de milhões de anos, centenas de vidas vividas. Todas essas ações acumulam-se no nosso corpo e na nossa alma. Só conhecendo a fonte mais profunda de nossos conflitos, podemos encontrar uma maneira de resolver qualquer coisa que tenha ficado pendente. Voltar ao passado não nos nos faz ficar presos nele. No processo regressivo, lançamos um olhar para as memórias das nossas vidas passadas para encontrar pistas que nos permitem viver melhor na vida presente. Não é um passatempo para momentos de ócio, mas uma poderosa ferramenta de cura .

Deniz, Octavio, Regresiones. Descubre tus vidas anteriores, Kindle Edition. - traduzido por Cláudia Félix Rodrigues


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