05/01/13
Inspiração do dia #5
Este dia traz-me experiências fabulosas. Assumo a responsabilidade das minhas experiências, actuando com sabedoria, amor e naturalidade.
04/01/13
Confiar na intuição
(...) idéias, sugestões e estratégias úteis eram exatamente o que eu precisava para me apoiar enquanto navegava na vida quotidiana. Se eu não pudesse aplicar os conhecimentos espirituais à minha experiência diária, quão bons eram eles para mim? Então, essa tornou-se a minha linha de fundo: a orientação que recebia dos Registos [Akáshicos] tinha que funcionar. Tinha que ser confiável. A orientação tinha de ser razoável. Eu tinha que ser capaz de confiar nesta orientação em qualquer circunstância. Cada elemento, cada intuição e ferramenta que eu recebia tinha de contribuir com algo substancial para minha viagem de cura.
(...) Estas novas percepções levaram a acções sensatas e realizáveis que produziram resultados consistentemente positivos.(...) Aos poucos, porém, eu desenvolvi uma relação com a Presença Divina dentro de mim -a que é imensuravelmente gratificante - e a vida deixa de ser uma luta . Acabei por confiar nessa parte de mim através da experiência repetitiva: através de uma prática regular de ir dentro de mim, procurar orientação, aplicando o conselho que recebo, agindo e observando os resultados.
Através de tentativa e erro, aprendi a reconhecer e a confiar na presença do Divino, ou Deus. E aprendi que essa confiança é o coração do poder de cura dos Registros Akáshicos.
(...) O mais importante é que a Presença Divina é real. Há um poder maior do que eu, e está tanto dentro de mim e além de mim. Ter um relacionamento consciente com esse poder faz toda a diferença na qualidade da minha vida diária e nos meus relacionamentos com a minha família, os meus amigos e a mim mesma.
Howe, Linda, Healing Through the Akashic Records, Sounds True, Kindle Edition. - traduzido por Cláudia Félix Rodrigues
Inspiração do dia #4
Reconheço que tomar consciência é o primeiro passo para curar e mudar.
Assumo a total responsabilidade de cada um dos aspectos da minha vida.
03/01/13
O porquê de voltar ao passado
Muitas vezes encontro pessoas que me perguntam se realmente vale a pena voltar ao passado, tanto da vida presente , como à de vidas anteriores. Essas pessoas não negam o facto de que existem vidas passadas, e até aceitam que essas existências se podem recordar. Mas argumentam que, apesar de tudo, estamos a viver o presente e viajar ao passado só serve para nos distrair da nossa realidade atual. A minha primeira resposta a estas opiniões é: "muito bem, continua a viver a tua vida, é uma vida boa e merece ser experimentada, no entanto, se tens um problema e não encontras uma solução, talvez seja conveniente procurar as causas, e isso obrigarte-á a olhar o passado."
(...) A alma humana mantém uma memória de milhões de anos, centenas de vidas vividas. Todas essas ações acumulam-se no nosso corpo e na nossa alma. Só conhecendo a fonte mais profunda de nossos conflitos, podemos encontrar uma maneira de resolver qualquer coisa que tenha ficado pendente. Voltar ao passado não nos nos faz ficar presos nele. No processo regressivo, lançamos um olhar para as memórias das nossas vidas passadas para encontrar pistas que nos permitem viver melhor na vida presente. Não é um passatempo para momentos de ócio, mas uma poderosa ferramenta de cura .
Deniz, Octavio, Regresiones. Descubre tus vidas anteriores, Kindle Edition. - traduzido por Cláudia Félix Rodrigues
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Inspiração do dia #3
É-me fácil mudar Sou flexível e maleável.
Sinto-me protegid@ no ritmo e no percurso de uma vida em constante mudança.
Sinto-me protegid@ no ritmo e no percurso de uma vida em constante mudança.
02/01/13
Inspiração do dia #2
Estou dispost@ a renunciar aos hábitos instalados que criam condições negativas na minha vida e em mim.
Quero aprender a amar-me. Estou preparado@.
Quero aprender a amar-me. Estou preparado@.
01/01/13
Dificuldades versus desafios - lutar versus superar
| Imagem de Rassouli |
Dizem que 2013 vai ser um ano de muitas dificuldades.
"Dificuldade"... tanto peso, tanta carga negativa limitadora...
Eu prefiro chamar-lhes desafios, já que esta palavra me inspira a superação e a libertação.
É nas alturas de maior desafio que o ser humano quebra barreiras, ultrapassa limites, tantas vezes auto-impostos com pensamentos como "não consigo", "sempre fui assim", "foi assim que fui criad@", "a vida fez-me assim"...
Na verdade, é nas alturas mais "dificeis", de maiores desafios que conhecemos a nossa verdadeira natureza e descobrimos novas capacidades e qualidades do nosso ser.
É também nos momentos mais "negros" que se revela a maior Luz. Muitas vezes espelhada no outro que partilha comigo a vida, quem quer que seja, companheir@, mãe, pai, amigo, colega... Alguns de nós percebem a tempo a mensagem da Vida e pedem ajuda, mas muitos precisam de chegar ao limite das suas forças e esgotarem-se para perceberem que não é possível seguir sózinho.
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| Imagem de Rassouli |
"Dificil" não quer dizer "impossível" (quantas vezes os meus clientes e alunos já me ouviram dizer isto...).
Quando dizes "isso é dificil", estás a abir a porta para esmoreceres, baixares os braços e desistires de cansaço sem sequer teres saído da casa de partida.
Quando dizes "eu consigo fazer isto, acredito em mim!!", acordas o herói em ti e ganhas forças para ultrapassares obstáculos e sentires a glória de ter dado o teu melhor, qualquer que seja o resultado.
Mas até os heróis têm momentos sombrios. Nesses, dá-te o direito de contactar a tua Sombra para reconheceres o que ainda há em ti que te impede de aproveitar as oportunidades que a Vida te traz todos os dias.
Só em ti está a resposta para a superação.
Por vezes, precisamos de ajuda para vermos a Verdade em nós, mas o Caminho é nosso e também é nosso o caminhar.
Acredito que cada um de nós viverá melhor com a consciência de que 2013 será um caminho muito especial, cheio de desafios, mas também de oportunidades para descobrirmos novos limites e desenvolvermos capacidades únicas.
Desejo-te um ano fantástico, pleno de Vida e de Amor. Estou certa que daqui a 364 dias vais poder dizer "Vivi intensamente a minha Verdade!"
© Copyright Cláudia Félix Rodrigues
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29/12/12
Receber o novo Ano
No final de cada ano, costumamos fazer muitos planos para o novo ano, mas raramente o fazemos de forma estruturada e com determinação e crendo na sua realização.
Há mais de dez anos que não planeio o ano futuro sem olhar para o que passou. Tenho a certeza que estou no caminho certo não quando o “balanço” é positivo ou negativo, mas quando me faz sentir que estive presente. Quando digo a mim mesma “Vivi!!”
Sou uma pessoa de listas. Gosto de escrever listas para trazer as ideias para a 3ª dimensão, para começar a manifestá-las. E é isso que faço nesta fase do ano (preferencialmente tudo de seguida, pelo que reservo algum tempo para mim).
1- Pergunto-me:
- • O que consegui?
- • O que aprendi?
- • Que desafios enfrentei e que recursos, capacidades, qualidades tive que desenvolver para os superar?
- • Que pessoas entraram na minha vida e me abençoaram com a sua existência?
Muitas vezes percebo que realizei muitas coisas que não tinha planeado, aprendi muito mais do que esperava, superei os meus limites e que nunca poderia imaginar os anjos que me iriam aparecer... A Vida tem uma sabedoria imensa que ultrapassa os nossos sonhos...
2- Analiso aquilo que gostaria de ter realizado e que não aconteceu. Invisto pouco tempo nisto. Não o faço com a intenção de me frustrar ou culpar. Esta pergunta merece a atenção estritamente necessária para saber se “aquilo” ainda me interessa, se ainda quero realizar. Se sim, vai para a lista do novo ano. Se não, liberto com amor.
3- De seguida, faço uma lista de “assuntos por resolver” que levo para o novo ano (relacionamento comigo mesma e com os outros, questões financeiras, saúde, etc). Uma lista pura e simples, sem julgamentos ou culpa. Cinjo-me aos factos.
4- Faço então uma lista daquilo que quero realizar no ano seguinte. Concreta.
(Objectivos como “ser feliz” são o primeiro passo para o falhanço... Claro que todos queremos ser felizes, mas é um conceito subjectivo e abstracto. Como crês que se manifesta a felicidade em concreto na tua vida?)
5- Começo então a fazer a lista das qualidades que penso serem necessárias para lidar com cada um dos temas da lista de “assuntos por resolver” e dos que quero realizar (amor-próprio, comunicação, assertividade, determinação, humildade, etc.). Quais as que já desenvolvi e quais as que preciso de desenvolver?
Pode acontecer que, para resolver questões muito distintas, sejam precisas as mesmas qualidades. São as diferentes formas que a Vida tem de nos fazer evoluir.
6- Estabeleço um plano de acção para resolver os assuntos que me prendem e limitam (lista do ponto 3)... com quem preciso de falar e de que forma, qual o momento adequado, a quem tenho que propôr um plano de pagamentos exequível, quem tenho que consultar para uma questão jurídica, financeira ou médica, quando começo a fazer exercício físico, etc.
Tento fazer o maior número destas acções nas primeiras 6 semanas do ano novo. Tira carga da minha vida e dá espaço para novas realizações.
7- Estabeleço um plano de acção para os novos objectivos (lista do ponto 4)... quem preciso de conhecer, que formação preciso, o que não tenho que fazer (às vezes, é suficiente confiar para a oportunidade surgir... depois há que a agarrar!), etc.
8- Escrevo afirmações que me ajudem a manter-me focada nos meus objectivos e criem sentimentos de realização e motivação em mim.
E depois vou viver. E deixo também que a vida siga os seus próprios planos e que aconteça simplesmente.
Nutre-te com Amor. Podes começar por afirmar “Faço deste o melhor ano da minha Vida”.
© Copyright Cláudia Félix Rodrigues
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26/12/12
Sobre a Crise
Deixo-vos a minha reflexão sobre a Crise que vejo assustar tanta gente, quer já esteja instalada ou ainda somente anunciada.
Eu sei o que é passar dificuldades e fome. Sei o que é o desespero. Mesmo assim nunca permiti que me roubassem a Esperança e a Alma.
Na dificuldade encontrei força e superei o que julgava ser o meu limite (quantas vezes!!!).
Fui o meu pior inimigo, quando baixei os braços, desisti e me deixei cair.
Fui o meu maior amigo, quando, logo a seguir, usei o impulso da queda para me reerguer... mais alto do que antes sonhara sequer estar.
© Copyright Cláudia Félix Rodrigues
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Eu sei o que é passar dificuldades e fome. Sei o que é o desespero. Mesmo assim nunca permiti que me roubassem a Esperança e a Alma.
Na dificuldade encontrei força e superei o que julgava ser o meu limite (quantas vezes!!!).
Fui o meu pior inimigo, quando baixei os braços, desisti e me deixei cair.
Fui o meu maior amigo, quando, logo a seguir, usei o impulso da queda para me reerguer... mais alto do que antes sonhara sequer estar.
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