Tudo aquilo em que lhe ensinaram a acreditar em criança continua
dentro de si.
Se os seus pais tinham ideias muito rígidas e vocêainda é
uma pessoa muito dura ou com tendência para construir paredes à sua
volta, muito provavlemente a criança dentro de si continua a seguir as
regras que os seus pais lhe impuseram.
Se ao mínimo deslize entra logo a
matar, então a Criança em si deve até ter medo só de acordar pela
manhã. "Qual vai ser hoje o motivo para implicar comigo?"
O que os seus pais lhe fizeram no passado, situa-se ao nível do seu estado de consciência.
Agora os pais somos nós. Temos a nossa própria consciência.
Se ainda assim se recusa a tomar conta da criança em si, então está
preso num ressentimento farisaico. Isso significa, invariavelmente, que
ainda existe alguém por perdoar. O que falta perdoar? Que coisa é essa
que precisa de esquecer? Seja o que for, solte isso.
Se não dermos carinho e atenção á
criança dentro de nós, já não podemos atribuir mais as culpas aos nossos
pais. Naquela altura, eles fizeram aquilo que achavam que estava certo.
Agora somos nós quem sabe aquilo que é preciso fazer para alimentar a
criança dentro de nós.
As pessoas que tenham tido ou
tenham um animal de estimação sabem muito bem como eles nos recebe
quando chegamos a casa. Não lhe interessa de todo a roupa que trazemos
vestida, Pouco lhe importa a idade que temos, se temos rugas ou se
naquele dia ganhámos muito ou pouco dinheiro. O valor essencial é
estarmos ali. Aquele animal ama-nos sem condições.
Faça o mesmo por si. Espante-se com
o facto de estar vivo, como o facto de estar aqui. Você é a pessoa que
vai viver consigo para todo o sempre.
Enquanto não estiver preparado
para amar a criança dentro de si vai ser muito difícil as outras pessoas
amarem-no realmente.
Aceite-se a si mesmo, sem condições e com a máxima
abertura.
"O Poder está Dentro de Si" de Louise Hay
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04/02/14
02/12/13
A VIDA REVELA O MELHOR DE MIM
Bem-vind@ ao mundo das afirmações!
Ao escolher usar afirmações, tomas a decisão consciente de curar a tua vida e de entrar no caminho da mudança positiva... e o tempo para a mudança positiva é agora! Não há momento como o presente para tomares o controlo dos teus pensamentos. Junta-te às inúmeras pessoas que melhoraram as suas vidas com afirmações.
Fazer afirmações não é difícil. Pode ser uma experiência alegre conforme largas o fardo das crenças negativas limitadoras e as libertas de volta para o nada de onde vieram.
Apenas porque acreditaste em algo negativo sobre ti ou sobre a tua vida não quer dizer que haja alguma verdade nisso. Enquanto crianças, ouvimos coisas negativas sobre nós mesmos e sobre a vida, aceitando essas ideias como sendo verdadeiras.
Agora podemos analisar as coisas em que acreditámos e tomar a decisão quer de continuar a acreditar nelas porque elas nos apoiam e tornam a nossa vida alegre e completa, ou podemos tomar a decisão de as libertar.
Gosto de imaginar que liberto as crenças antigas deitando-as a um rio e elas descem o rio suavemente, dissolvendo-se e desaparecendo, para não mais voltarem.
Vem para o jardim da minha vida e planta novos pensamentos e ideias que são belos e te nutrem. A vida ama-te e quer que tenhas o melhor.
A vida quer que tenhas paz de espírito, alegria interior, confiança e abundância de auto-merecimento e de amor-próprio. Mereces sentir-te à vontade a todo o momento com todas as pessoas e mereces alcançar uma boa vida.
Então, deixa-me plantar essas ideias no teu novo jardim. Vamos nutri-las e vê-las crescer em bonitas flores e frutos que, por sua vez, irão alimentar e nutrir toda a tua vida.
Vamos afirmar: Hoje a vida revela o melhor em mim.
Louise Hay
Ao escolher usar afirmações, tomas a decisão consciente de curar a tua vida e de entrar no caminho da mudança positiva... e o tempo para a mudança positiva é agora! Não há momento como o presente para tomares o controlo dos teus pensamentos. Junta-te às inúmeras pessoas que melhoraram as suas vidas com afirmações.
Fazer afirmações não é difícil. Pode ser uma experiência alegre conforme largas o fardo das crenças negativas limitadoras e as libertas de volta para o nada de onde vieram.
Apenas porque acreditaste em algo negativo sobre ti ou sobre a tua vida não quer dizer que haja alguma verdade nisso. Enquanto crianças, ouvimos coisas negativas sobre nós mesmos e sobre a vida, aceitando essas ideias como sendo verdadeiras.
Agora podemos analisar as coisas em que acreditámos e tomar a decisão quer de continuar a acreditar nelas porque elas nos apoiam e tornam a nossa vida alegre e completa, ou podemos tomar a decisão de as libertar.
Gosto de imaginar que liberto as crenças antigas deitando-as a um rio e elas descem o rio suavemente, dissolvendo-se e desaparecendo, para não mais voltarem.
Vem para o jardim da minha vida e planta novos pensamentos e ideias que são belos e te nutrem. A vida ama-te e quer que tenhas o melhor.
A vida quer que tenhas paz de espírito, alegria interior, confiança e abundância de auto-merecimento e de amor-próprio. Mereces sentir-te à vontade a todo o momento com todas as pessoas e mereces alcançar uma boa vida.
Então, deixa-me plantar essas ideias no teu novo jardim. Vamos nutri-las e vê-las crescer em bonitas flores e frutos que, por sua vez, irão alimentar e nutrir toda a tua vida.
Vamos afirmar: Hoje a vida revela o melhor em mim.
Louise Hay
25/02/13
O TEU PODER PARA ESCOLHER
Palavras de Christiane Northrup:
"É enorme o sofrimento que vem da ideia errada de que é nossa a responsabilidade de fazer felizes os nossos filhos adultos ou a nossa mãe. Isso simplesmente não é possível. Viver uma vida sã e feliz é de facto uma escolha, uma decisão. Isto faz-se aproveitando o teu poder para escolher pensamentos, comportamentos e crenças que te façam sentir bem. Este é um processo que requer tempo e esforço. Significa estarmos dispostas a encontrar beleza e alegria dia a dia, na vida cotidiana. Temos que procurar conscientemente pensamentos e coisas que te façam sentir melhor. Vai acontecendo com o tempo".
Deixo aqui um poema escrito por alguém que não quer colocar o nome e que se aplica a qualquer tipo de relação.
ANTES E AGORA
Estava tão imersaem proteger os teus sentimentos
que não respeitava os meus.
Estava tão imersa
em tentar fazer-te feliz
que não encontrava a minha felicidade.
Estava tão imersa
em procurar a tua aceitação
que não me aceitava a mim própria.
Estava tão imersa
em pôr-me bonita para ti
que deixei de ver a minha beleza interior.
Estava tão imersa
em cuidar de ti
que não cuidava de mim.
Estava tão imersa
em nutrir-te
que não me nutria eu.
Estava tão imersa em amar-te
que não me amava a mim
Hoje respeito os meus sentimentos,
agora posso compenetrar-me com os teus.
Hoje encontrei a minha felicidade,
agora posso compartilhá-la contigo.
Hoje aceito-me,
agora aceito-te, sem condições.
Hoje vejo a minha beleza interior,
agora vejo a tua beleza.
Hoje procuro tempo para me nutrir,
agora posso nutrir-te a ti.
Hoje amo-me,
agora posso corresponder ao teu amor".
Publicado originalmente por Xuxuta Grave
24/02/13
A IMPORTÂNCIA DA AUTO-ESTIMA (parte 1)
A forma como nos sentimos acerca de nós mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o modo como atuamos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida. Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo que pensamos que somos. Os dramas da nossa vida são reflexo das visões mais íntimas que temos de nós mesmos. Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e aos outros.
Além de problemas biológicos, não consigo pensar em uma única dificuldade psicológica - da ansiedade e depressão ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de álcool ou drogas, às deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de companheiros e filhos, às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao suicídio ou aos crimes violentos – que não esteja relacionada com uma auto-estima negativa.
De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A auto-estima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória.
Vamos entender o que é auto-estima. Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança com o auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades).
Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas ERRADO COMO PESSOA. Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a incerteza.
A capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza, pois a capacidade de pensar é a fone básica da nossa competência, e o fato de que estamos vivos é a fonte básica do nosso direito de lutar pela felicidade.Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de auto-estima, vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entretanto, infelizmente, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim.
Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um sentimento vago de “eu não sou suficiente”. Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem.
No processo de crescimento e no processo de vivenciar esse crescimento, é muito fácil que nos alienemos do autoconceito positivo (ou que nunca formemos um). Poderemos nunca chegar a uma visão feliz de nós mesmos devido a informações negativas vindas dos outros, ou porque falhamos em nossa própria honestidade, integridade, responsabilidade e auto-afirmação, ou porque julgamos nossas próprias ações com uma compreensão e uma compaixão inadequadas.
Entretanto, a auto-estima é sempre uma questão de grau. Não conheço ninguém que seja totalmente carente de auto-estima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima.
Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados.
Desenvolver a auto-estima é expandir nossa capacidade de ser feliz.
Se entendermos isso, poderemos compreender o fato de que para todos é vantajoso cultivar a autoestima.
Se entendermos isso, poderemos compreender o fato de que para todos é vantajoso cultivar a autoestima.
Não é necessário que nos odiemos antes de aprender a nos amar mais; não é preciso nos sentir inferiores para que queiramos nos sentir mais confiantes. Não temos de nos sentir miseráveis para querer expandir nossa capacidade de alegria.
Quanto maior a nossa auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao desespero ou à derrota.
Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de obtermos sucesso.
Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa ou espiritual.Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde atrai a saúde, e a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e o oportunismo.
Quanto maior a nossa auto-estima, mais inclinados estaremos a tratar os outros com respeito, benevolência e boa vontade, pois não os vemos como ameaça, não nos sentimos como “estranhos e amedrontados num mundo que nós jamais criamos” (citando um poema de A. E. Housman), uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros.
Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos pelo simples fato de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos. São essas as recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.
in AUTO-ESTIMA: Como aprender a gostar de si mesmo de Nathaniel Branden
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